Translate

Top vídeos

Loading...

quarta-feira, 16 de abril de 2014

O Segredo de Adam Kadmon

Entender Adam Kadmon é compreender o propósito do mundo existente e a essência de Mashiach. Tendo como pano de fundo o Ein Sof, que de certa forma passou a existir para dar lugar ao primeiro Kli (recipiente), Adam Kadmon é a pedra angular de toda a existência. Além de tudo, manifestado no próprio Ein Sof, está o Eterno, cuja grandeza é incomensurável e embora esteja infinitamente além da nossa compreensão, as vezes parece estar ao nosso lado com uma capacidade ilimitada de nos amar e nos chamar para cima. Buscá-Lo é uma tarefa Eterna motivada pela felicidade que sentimos cada vez que nos aproximamos um pouco mais Dele. A sensação de gozo é indescritível e o tipo de amor que experimentamos é preenchedor. É preciso receber aos poucos, pois como um corpo desnutrido precisa se alimentar pouco a pouco para não perecer, assim também nossa alma precisam captar gradativamente a Luz Divina, para o recipiente não se romper.

Conhecer o Eterno é a maior aventura da nossa alma, a sensação mais extasiante que podemos experimentar e ao mesmo tempo é como descobrir a própria essência da vida. Mas, para isto, é preciso sair do círculo vicioso de buscar prazer puramente por egoísmo, tentando se livrar de tudo que incomoda para preservar a própria vida. Na verdade, a vida vai nos apresentando a cada dia um banquete de experiências, nem todas boas, mas todas proveitosas, e o que vai realmente fazer a a diferença é o filtro que usamos para percebê-las.

Adam Kadmon nos lembra que viemos de um mesmo corpo, de um mesmo recipiente, e ajudar os outros na verdade é ajudar a nós mesmos, afinal de contas um dia funcionaremos sincronizados como se fôssemos um mesmo corpo, e seremos. Ligado a cabeça do corpo, Mashiach, estaremos recebendo a Luz Divina do Eterno de uma forma tão perfeita que neste momento, mesmo que venhamos a esticar nossa imaginação ao máximo, seria impossível captar.

Muita shalom para todos!

Texto de Marcos Andrade Abrão

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Parashá Metzora

Parashá Metzora

Vayikrá (Levítico) 14:01 - 15:33


Acendimento das Velas de Shabat (RJ)
Sexta (04/04/2014) - 17:29

Havdalá - Encerramento de Shabat (RJ)
Sábado (05/04/2014) - 18:22

(Para horários de outras cidades ou países, é só procurar o nome
de sua cidade no aplicativo ao lado direito da página do Blog).


Parashat Tazria, gravada em março de 2014
Programa 'A Voz do Shofar' (86) exibido AO VIVO
Programa 'A Voz do Shofar' (88) exibido em março de 2014


Shabat Shalom!

quinta-feira, 27 de março de 2014

Ensinamentos de Mashiach e seus seguidores

Corrigindo distorções na tradução que tentam passar uma ideia errada das palavras do Mashiach e seus seguidores.

Iaacov era um dos irmãos de Ieshua, nascido de forma natural de Iossef e Miriam. Iaacov só entendeu e recebeu o testemunho do seu irmão após a morte do Mashiach e por ser o próprio irmão do Mashiach ben Yossef e ao mesmo tempo alguém respeitado na comunidade, tornou-se o primeiro líder do novo movimento judaico, daqueles que seguiam os ensinamentos do Rabi Ieshua. Iaacov estava muito preocupado com uma mentalidade que se espalhava na época, através de pessoas que não entendiam nada de judaísmo e pescavam as palavras de Shaul e do próprio Mashiach, para distorcerem segundo suas próprias filosofias. A mesma preocupação também chegou a Shimon Bar Yona (Kefa, Pedro) que afirmou no final de uma de suas cartas de que Shaul hashaliach falava palavras difíceis que os ignorantes do judaísmo e também pessoas inconstantes (gentios sem instrução judaica e judeus helenizados) distorciam. Aproveito para deixar claro que esta estória de "Pedro" ser o primeiro líder é mais uma invenção sem nenhum fundamento, que confirma aquele ditado de que quando uma coisa é repetida muitas vezes, mesmo que seja uma mentira, com o tempo é tido como verdade.

Voltando ao caso de Iaacov, nome muito judaico, que os tradutores para a língua inglesa mudaram para James e aqueles que traduzem para o português para Tiago, certa vez combatendo duas coisas, a primeira a acepção de pessoas e a segunda uma espécie de Emuná (Fé) sem obras que não tem o mínimo cabimento, disse uma frase que foi totalmente mal traduzida e mal interpretada. Ele disse: "Pois qualquer que observa toda a lei, mas tropeça alguém em uma (mitzvá) é culpado de todas" - Iaacov (Tiago) 2:10.

Este versículo é traduzido de uma forma, que passa a impressão de que não vale a pena seguir a lei, afinal de contas se tropeçar em uma lei é culpado de todas. Ele é traduzido desta forma para conceder aval à doutrina esquizofrênica da anomia, a anulação da lei. Por que esquizofrênica? Porque a lei, segundo esta doutrina que ficou conhecida como a doutrina da graça, hora é boa, hora é ruim dependendo da conveniência. Então, se o tema é dízimo a lei se transforma em algo tão real que o resultado da desobediência daqueles que acreditam na doutrina da graça, é o próprio inferno. Para quem não der o dízimo não tem graça nenhuma, mas uma condenação rígida e implacável. Porém, quando o tema é o Shabat aí as coisas mudam. Neste caso, a lei não é muito bem aceita e a obediência recebe o título de "jugo da lei" e consequentemente a saída da "graça". A desculpa que dão para isto é que o dízimo é antes da Lei! Mas, esquecem que o shabat também, no que eles consideram como antes da Lei, se referindo a outorga da Torah ao povo judeu no monte Sinai. Na verdade, o Shabat é antes do próprio dízimo, e outras Mitzvot foram reveladas antes da outorga da Torah no monte sinal, como Pêssach, animais puros, não matar, não roubar, etc.

Agora se pode entender a questão da "esquizofrenia" doutrinária, ou seja, a Lei pode ser maravilhosa ou terrível para a doutrina da graça dependendo do que é considerado proveitoso ou não para ela mesma. Voltando ao versículo citado, a tradução dele pode aludir para dois conceitos simples. O primeiro é enfatizar a importância de não desprezar as pessoas, o que estava sendo discutido nos versículos anteriores e assim, Iaacov diz que é preciso ter cuidado para não fazer uma pessoa tropeçar, pois seria como descumprir toda a Torah.

A segunda maneira de traduzir também cabível, estaria ligada a própria pessoa que transgride, ou seja, uma exortação para ter cuidado em não transgredir esta mitzvá específica de amar o próximo como a si mesmo, pois afetaria todas as outras Mitzvot. Porém, mesmo esta segunda maneira de traduzir teria este diferencial citado acima, que afastaria a falácia e o engano de tentar transmitir uma mensagem contra a lei, como alguns tentam fazer.

segunda-feira, 17 de março de 2014

Filósofo ou Praticante da Torah? O que você é?

O acúmulo de conhecimento pode formar um filósofo, mas só a prática pode trazer à luz o propósito Divino na vida de uma pessoa.

Vejo muitas pessoas falando sobre a questão da restauração e sobre a Torah e judaísmo, mas, o que diferencia um filósofo de um praticante da Torah? A resposta é simples. Um filósofo se cerca de livros e cria o hábito de discutir os assuntos que aprende. Na verdade, o alimento para o filósofo é o próprio conhecimento e isto serve como inspiração para sua vida. Após isto cria uma série de jargões e o máximo que pode se tornar é um "pregador". Por outro lado, a vida dele continua a mesma, sem transformações profundas e com o tempo com um acréscimo de aflições, pois o acúmulo de conhecimento exigirá um mérito que só pode ser adquirido com a prática da Torah. O filósofo pode também tornar-se confuso e nestes casos a situação fica ainda pior. E o praticante? Bem, este está no caminho de se tornar um Tsadik, um justo segundo o conceito da Torah. A sua prática dos preceitos torna seu relacionamento com o Eterno mais profundo, e o resultado disto é um crescimento espiritual visível com transformações reais na sua própria vida. O conhecimento para o praticante da Torah é uma ferramenta que o ajuda a praticar os preceitos de forma mais precisa, porém a sua inspiração vem da própria prática da Torah.

Nenhum dos dois são perfeitos, nem o filósofo, nem o praticante da Torah, mas o praticante inegavelmente está nitidamente mais próximo do Eterno pois está fazendo a vontade Divina. Não é por acaso que a frase clássica que foi um dos compromissos do nosso povo com o Eterno, o qual contribuiu para o povo judeu se tornar depositário da Torah e suas revelações foi a seguinte: "FAREMOS E OUVIREMOS". Observem que o "fazer" veio antes de "ouvir", a final de contas vivemos no mundo de Assiá, o mundo da ação, e neste mundo é a ação movida pela Emuná (fé) que faz toda a diferença. Vamos cumprir mais a Torah e podemos ensinar não segundo teologias, mas segundo a nossa própria experiência. 



Marcos Andrade Abrão

Israel, um portal para a Luz Divina

Ainda estamos digerindo a experiência maravilhosa que tivemos em Israel. Foi a maior imersão no judaísmo que já tivemos nas viagens a Israel. Encontramos pessoas que nos compreenderam e interagiram conosco, embora não podemos relatar tudo o que aconteceu em razão destes assuntos terem um caráter mais interno dentro da Beit El Shamah. Como alguém disse, na diáspora a ligação para o Eterno é "interurbana", mas em Israel a ligação é "local". É verdade e é assim que nos sentimos em Jerusalém.

Israel está vivo e preparando-se para os dias de Mashiach, quando todas as promessas feitas pelo Eterno ao nosso povo serão plenamente cumpridas. Ficamos dois dias em Tzfat e o restante em Jerusalém, tendo visitado também Hebron. Postarei os vídeos das parashiot que ficaram pendentes e o texto de tudo o que foi falado lá em breve. Mas, algo importante que é a chave para uma real experiência com o Eterno é a prática da Torah. O acúmulo de conhecimento pode formar um filósofo, mas só a prática pode trazer à luz o propósito Divino na vida de uma pessoa.


Marcos Andrade Abrão

Como cumprir o propósito Divino em nossas vidas

Chegamos da viagem MARAVILHOSA A ISRAEL! Shalom para TODOS!

O que aconteceu nesta viagem é indescritível! Houve uma imersão no judaísmo extremamente profunda. Não posso descrever tudo, mas digo apenas que o Eterno está nos guiando a algo maravilhoso e além das nossas maiores expectativas. Uma das coisas que vimos e constatamos de forma inequívoca, é que o judaísmo ortodoxo tem o mérito de manter os segredos e aspectos mais preciosos da Torah. Encontramos pessoas que nos compreenderam, e entenderam que a nossa visão de Mashiach não é incompatível com o judaísmo e que não temos nenhuma, absolutamente nenhuma ligação com o sistema religioso romano. Não visitamos lugares que visitam aqueles que seguem o sistema religioso romano, mas em um ambiente judaico imergimos ainda mais no judaísmo. Passamos a respeitar ainda mais o judaísmo ortodoxo e além de tudo isto, ficou ainda mais claro a nossa visão do Mashiach Ieshua, como Mashiach ben Yossef, com um divisor de águas ainda mais nítido entre a nossa visão e experiência e o construto romano, criado para ser o deus da "nova religião" que manteria o poder de um império em decadência (o império romano). A mensagem abaixo reflete um pouco o caminho para fazermos a vontade Divina.

Como cumprir O PROPÓSITO DIVINO em nossas vidas

Vale a pena viver segundo a direção Divina! A princípio parece que estamos renunciando nosso modo de vida, e é exatamente isto. Renunciar o nosso modo de vida e sermos moldados pelo Eterno para viver segundo a vontade Dele. Quando fazemos isto as coisas vão acontecendo passo a passo e por mais que tenhamos expectativas do que vai acontecer adiante, Ele sempre nos surpreende, nos ensinando a viver e nos guiando ao cumprimento do propósito Divino preparado para cada um de nós. A Felicidade e Alegria só podem brotar quando estamos cumprindo o propósito Divino pelo qual existimos. Se alguém disser: "Preciso saber qual é o propósito para minha vida". Repito as palavras de um Rabino que nos visitou no hotel: "Se você está perguntando isto é porque ainda não está cumprindo o seu propósito". Então, o que fazer nestes casos? Pode parecer simples demais, mas a solução é começar a fazer as coisas que temos certeza que são a vontade Divina, ou seja, cumprir as Mitsvot e então aprenderemos a ouvir e obedecer a direção Divina. 

Marcos Andrade Abrão

QUE ESTEJAMOS CADA VEZ MAIS IMERSOS NO CUMPRIMENTO DA VONTADE DIVINA.




sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Parashá Ki Tissa

Parashá Ki Tissa

Shemot (Êxodo) 30:11 - 34:35


Acendimento das Velas de Shabat (RJ)
Sexta (14/02/2014) - 19:13

Havdalá - Encerramento de Shabat (RJ)
Sábado (15/02/2014) - 20:07

(Para horários de outras cidades ou países, é só procurar o nome
de sua cidade no aplicativo ao lado direito da página do Blog).


Parashat Tetzaveh, gravada em fevereiro de 2014

Programa 'A Voz do Shofar' (80) exibido AO VIVO

Programa 'A Voz do Shofar' (84) exibido em fevereiro de 2014



Shabat Shalom!

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Parashá Tetzaveh

Parashá Tetzaveh
Shemot (Êxodo) 27:20 - 30:10


Acendimento das Velas de Shabat (RJ)
Sexta (07/02/2014) - 19:17

Havdalá - Encerramento de Shabat (RJ)
Sábado (08/02/2014) - 20:11

(Para horários de outras cidades ou países, é só procurar o nome
de sua cidade no aplicativo ao lado direito da página do Blog).


Parashat Terumah, gravada em fevereiro de 2014

Programa 'A Voz do Shofar' (79) exibido AO VIVO
Programa 'A Voz do Shofar' (84) exibido em fevereiro de 2014


Shabat Shalom!

http://www.templeinstitute.org/
Ephod dos Cohanim - Disponível no Intituto do Templo em Jerusalém
http://www.templeinstitute.org/

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Parashá Terumah

Parashá Terumah
Shemot (Êxodo) 25:1 - 27:19


Acendimento das Velas de Shabat (RJ)
Sexta (31/01/2014) - 19:20

Havdalá - Encerramento de Shabat (RJ)
Sábado (01/02/2014) - 20:15

(Para horários de outras cidades ou países, é só procurar o nome
de sua cidade no aplicativo ao lado direito da página do Blog).


Parashat Mishpatim, gravada em janeiro de 2014

Programa 'A Voz do Shofar' (78) exibido AO VIVO
Programa 'A Voz do Shofar' (82) exibido em janeiro/2014


Shabat Shalom!

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

27 de janeiro - Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto

Os crimes hediondos e covardes da Besta Nazista não podem ser esquecidos, para que nunca mais se repitam!

Devemos lembrar sempre do Holocausto para que jamais seja repetido. Lutar contra toda espécie de antissemitismo é um dever nosso em memória de todas as vítimas dos crimes hediondos e covardes perpetrados pela Besta Nazista. Toda manifestação de negação ao Holocausto é um manto de vergonha e uma atitude covarde de tentar esconder os crimes nazistas. Como o Egito, a Assíria, os Babilônios, os Medos e Persas, os Gregos, o Império Romano e os Nazistas, todos pereceram, mas Israel VIVE, porque o Eterno é o Guardião de Israel.

Marcos Andrade Abrão.