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quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Massacre na Sinagoga Kehillat Yaakov em Jerusalém

ABAIXO UM TEXTO IMPORTANTE ACERCA DA TRAGÉDIA ACONTECIDA ONTEM. CADA UM PODE AJUDAR O ESTADO DE ISRAEL NESTA LUTA CONTRA O TERRORISMO E CONTRA A PROPAGANDA ANTISSEMITA, DIVULGANDO O PONTO DE VISTA A FAVOR DE ISRAEL.

VAMOS FAZER A NOSSA PARTE E NOS LEVANTARMOS A FAVOR DA NAÇÃO DE ISRAEL.

ENQUANTO AS FAMÍLIAS LAMENTAVAM A PERDA, OS OPOSITORES ESTAVAM OFERECENDO GULOSEIMAS PARA COMEMORAR OS ASSASSINATOS. É PRECISO ACORDAR E DESMASCARAR O ANTISSEMITISMO NA IMPRENSA, NA POLÍTICA E NESTES GRUPOS TERRORISTAS.

FICO IMPRESSIONADO COM A HIPOCRISIA E O CINISMO DE ALGUNS MEIOS DA IMPRENSA AO NOTICIAREM OS FATOS ENVOLVENDO ISRAEL.

POR ISTO, MAIS UMA VEZ PEÇO A TODOS, QUE VENHAMOS A USAR O FACEBOOK E OUTROS CANAIS EM DEFESA DE ISRAEL E COMBATENDO O ANTISSEMITISMO.

Sua voz faz falta...
 Rabino Avraham Tsvi Beuthner, do Beit Lubavitch
Ontem testemunhamos uma terrível tragédia em Jerusalém. Sete horas da manhã cerca de trinta pessoas rezavam, envoltos em seus talitót e tefilin, na sinagoga Kehilat Bnei Torá em Har Nof. De repente, eles ouvem tiros. Um rabino de sessenta e três anos, Rosh Yeshiva, foi um dos primeiros a serem atingidos, caindo ao chão numa poça de sangue, envolto em seu talit e tefilin. Mais três rabinos, o mais jovem com 43 anos, foram atingidos depois. Dois árabes que trabalhavam em um supermercado a poucos metros da sinagoga, lá estavam, agora, travestidos de “resistência palestina”, dando tiros em pessoas inocentes, que nada lhes fizeram, e que simplesmente estavam rezando, como faziam toda manhã e todo dia, três vezes ao dia. Quatro senhores, que deixaram 26 órfãos, além de suas viúvas, não voltarão mais para seus lares, nem para suas famílias. Outras oito pessoas também foram mutiladas, com uma machadinha de carne e facas — quatro em estado gravíssimo. Um outro ferido, um policial druzo que matou um dos assassinos árabes, acaba de falecer dos graves ferimentos, elevando para cinco o saldo de mortos.
 Treze pessoas que estavam simplesmente rezando. Treze judeus inocentes dentro de uma sinagoga. Ninguém ali atacou ninguém. Nem mesmo faziam parte do exército ou da polícia. Não viviam em nenhum "território" em disputa ou "assentamento" — como se morar ali fosse algum crime passível de pena de morte... Pessoas com o rosto ensanguentado e mutilado saíam da sinagoga para a rua, caindo na calçada. Pedaços de corpos e poças de sangue no chão da sinagoga... Livros de reza, paredes e prateleiras cheias de sangue... Cenas que fizeram muitos recordar a loucura nazista da época do Holocausto, acontecendo em pleno século 21... Em onze minutos chegou a polícia e, no tiroteio com os assassinos, matou os dois terroristas árabes, que nos dias anteriores eram simples empregados do supermercado ao lado. A família destes terroristas, ao saber o que fizeram, convidaram os vizinhos e amigos para comemorar, distribuindo balas e guloseimas, assim como fez o Hamas e os árabes em Gaza.
Enquanto isso, em menos de cinco minutos, já estavam lá as ambulâncias, a Hatzala (paramédicos), a Zaka (também cuidando dos falecidos e de seus restos mortais) — todos fazendo de tudo para salvar vidas — as vidas de pessoas que estavam fazendo orações quando foram covardemente atacadas. A CNN não podia perder a oportunidade de anunciar as notícias fresquinhas de Jerusalém. Primeiro post no seu site: “Polícia atira, mata dois palestinos” — sim, palestinos assassinos morreram, mas judeus assassinados em uma sinagoga em plena oração não é notícia... Primeira atualização da notícia no site da CNN: “4 israelenses, 2 palestinos mortos em Jerusalém”— com certeza deve ter sido algum terremoto, talvez um tsunami... Segunda atualização no site da CNN: “Ataque mortal em uma mesquita de Jerusalém” — sinceramente, não sei mais o que dizer. Mesquita? Ataque? Será que foi o ISIS?...
 Enquanto tudo isso acontece, ainda ouvimos Abas condenar o ataque (a meia boca) lembrando que isto é consequência das invasões de judeus na mesquita de Al Aqsa... Sim, ele condenou, ele teve que condenar o ataque, pois o Kerry está por ali, no Oriente Médio, e pega mal seguir falando para seu público continuar atacando judeus inocentes, como ele mesmo vem fazendo há algumas semanas. E nós, o que devemos fazer? Deveríamos encher as sinagogas com a nossa presença! Trazer mais judeus para participar das orações. Mostrar para nós mesmos e para os agressores que não vão nos amedrontar. Se quatro (cinco) vozes foram caladas e não podem mais rezar, que outras quatro mil preencham o seu lugar!
Como está escrito na parashá desta semana: a voz — é a voz de Yaacov — a voz das orações e do estudo de Torá do povo de Israel, mas as mãos — as mãos sanguinárias que só sabem destruir e matar — são as mãos de Essáv — são as mãos dos inimigos do povo de Israel. Que as vozes das orações e do estudo da Torá que foram interrompidas sejam substituídas e multiplicadas por todos nós, apesar das mentiras delirantes e insensatas que reinam a nossa volta. A nossa força é a voz de Yaacov, a voz da verdade, a voz da bondade, a voz da Torá e das mitzvót que deve ressoar firme e forte em todos os cantos do mundo, abafando o som da maldade, estremecendo os corações e levando às boas ações na prática, pois mais vale uma boa ação do que mil suspiros.
BARUCH DAYAN HAEMET.

AM ISRAEL CHAI.

Quatro rabinos e um policial druso foram mortos no massacre.


Massacre na Sinagoga Kehillat Yaakov.

Israelenses unidos: Foto tirada durante o enterro de Zidan Saif, o policial
druso-israelense morto na troca de tiros com os terroristas árabes,
judeus ortodoxos e o Rabino-Chefe de Israel estiveram presentes.


Palestinos celebram a morte de israelenses.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

O Testemunho de Mashiach acende a nossa alma!


"Vocês são a luz deste mundo. Não se pode esconder uma cidade que permanece em cima de um monte. Também não se acende uma vela sob o alqueire, mas sobre o castiçal e brilha sobre toda a casa. Deste modo brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam em vocês um bom serviço e glorifiquem ao Pai de vocês que está nos Céus. Matityahu 5.14-16 

Um sábio ensina a verdade a muitos. Um grande sábio faz discípulos tão sábios como ele. Mas, só o Mashiach pode acender nossa alma para nos aproximarmos do Eterno da maneira como ele se aproxima. 

Apesar de todo o entulho que o sistema religioso romano colocou na história de Ieshua, inventando um messias segundo suas conveniências, isto não anula o fato de Ieshua ter cumprido a vinda de Mashiach ben Yossef. O maior testemunho que temos, todos nós que nos libertamos do sistema religioso romano, mas que captamos a revelação sobre o verdadeiro testemunho de Ieshua, é a luz que ilumina nossas almas. Esta luz está acesa em nós em razão de estarmos conectados com o testemunho de Ieshua, o qual abre uma porta para termos acesso ao Eterno e vivermos a Torah. Ieshua disse que após ele partir viria a noite, ou seja, o tempo das trevas. Após o seu retorno aos céus sabemos o que aconteceu. A destruição do templo, o surgimento do sistema religioso romano (babilônia) e as distorções sobre sua história que levaram muitos à idolatria, além de todos os outros fatos nefastos ligados ao Galut, como o holocausto, a inquisição e etc. Esta é a noite que Ieshua disse que viria. Mas, sua luz permaneceu acesa guiando aqueles que querem de fato viver a verdade, para que retornem ao Eterno e a Torah, e permaneçam firmes até o tempo da Gueulá, da redenção. Aqueles que tem o testemunho de Ieshua permaneçam firmes, pois esta é a luz que iluminará suas almas para aprenderem a buscar o Eterno e viverem segundos os Seus mandamentos. Não basta se livrar do sistema religioso romano, é preciso permanecer ligados ao testemunho de Mashiach.


Palavras de Mashiach ben Yossef - Versículos da Brit Chadashá não adulterados

B"H

PALAVRAS DO MASHIACH BEN YOSSEF.
VERSÍCULOS DA BRIT CHADASHÁ NÃO ADULTERADOS.

IESHUA ABRIU UMA PORTA PARA RETORNARMOS AO ETERNO E A TORAH. QUEM OUVE AS PALAVRAS DELE ENCONTRAM A LUZ, MAS OS QUE ADORAM A PORTA SE TORNAM IDÓLATRAS.

Ensinamentos de Ieshua - Tradução dos versículos da Brit Chadashá que não foram adulterados.

"Nem todo o que me diz: adon, adon (senhor, senhor) entrará no Reino dos Céus, mas o que faz a vontade (observa os mandamentos) do meu Pai nos Céus. Naquele dia muitos dirão a mim: adon, adon (senhor, senhor), não profetizamos em teu nome? E também em teu nome expulsamos os demônios. E em teu nome fizemos numerosas demonstrações de poder. Direi então a eles: Nunca conheci vocês, saiam da minha presença os que trabalharam desprezando e violando a Torah (as leis)”. Matityiahu 7.21- 23

Observe alguns pontos fundamentais:

1. Entrar no Reino dos Céus não depende só da aceitação do testemunho do Mashiach, mas também fazer a vontade do Eterno (Pai), ou seja, cumprir os mandamentos da Torah após a teshuvá (conversão).

2. Ieshua é chamado de adon (senhor) um título que reflete respeito a uma autoridade. Mas, não confundam com Adonai, título atribuído somente ao Eterno.

3. O fato de uma pessoa fazer sinais e maravilhas não assegura a ela a entrada no Reino dos Céus.

4. Os que desprezam a Torah, as Leis do Eterno, não são discípulos de Ieshua e ele afirma que nem os conhece.

5. O termo usado nos manuscritos para 'desprezo da Torah, das leis', é "anomia" que significa exatamente isto. A maioria das versões traduzem o texto como iniquidade e isto acaba tirando o significado literal do texto e desviando para um outro significado.

6. Lembre-se que o testemunho de IESHUA ACENDE NOSSA ALMA PARA RETORNARMOS AO ETERNO E VIVERMOS SEGUNDO A TORAH. Este é o significado de nascer de novo, ou nascer do alto.

Por isto se diz:

"Pelo que se diz: Acordem do sono e levantem da morte (espiritual) e o brilho do Mashiach virá sobre vocês". 

7. O Mashiach ben Yossef abriu uma porta para retornarmos ao Eterno e a Torah, mas muitos ficam adorando a porta em uma total ignorância da verdade. Adorar a porta é idolatria. Todo o trabalho e o sacrifício que Ieshua fez foi para acender nossas almas e abrir a porta para nos conectarmos ao Eterno e vivermos segundo a Torah. Os que inventam um messias diferente do verdadeiro, correm o risco de entrarem em uma porta errada que jamais os conduzirão ao Reino dos Céus, como vimos no versículo citado acima.

Marcos Andrade Abrão


sexta-feira, 18 de julho de 2014

A finalidade de todas as coisas é amar ao Eterno e se apegar a Ele, servindo-O de todo o coração

Mashiach ben Yossef veio para abrir uma porta para a Casa de Israel que estava misturada entre as nações. Esta porta se estendeu para as nações e muitos ouvindo a sua voz deram crédito e também entraram por esta porta. Porém, qual é o grande propósito de Mashiach ben Yossef? Uma resposta rápida e plenamente verdadeira é: Abrir a porta da Teshuvah, a fim de que todos que recebem seu testemunho possam retornar ao Eterno e internalizar a Torah no seu interior.

E a Torah é um fim, ou também um meio para alcançarmos algo ainda mais elevado? A resposta também é simples, pois a Torá revela como devemos conduzir nossas vidas para nos elevarmos à presença Divina e nos livrarmos do espírito de impurificação.

Concluímos de forma clara que A FINALIDADE DE TODAS AS COISAS E O OBJETIVO FUNDAMENTAL É NOS APROXIMARMOS DO ETERNO, NOS APEGARMOS A ELE, E APRENDERMOS A AMÁ-LO DE TODO O NOSSO CORAÇÃO.

Sabemos que a Babilônia e suas filhas rejeitam a Torah e vivem em apostasia. Mas, como sabermos que uma pessoa que diz praticar a Torah realmente está fazendo de forma correta? Mais uma vez a resposta é simples. Se a pessoa diz cumprir a Torah e está se tornando mais arrogante, se achando melhor do que todos ao seu redor e despreza os outros, na verdade, ela está se apegando a si mesma e não ao Eterno. Mas, quando uma pessoa que pratica a Torah torna-se mais quebrantada, tem mais consideração pelas pessoas e adquire mais humildade, então sabemos que a sua prática está sendo bem sucedida. O que acontece é que quando obedecemos um preceito positivo, então recebemos luz, e esta luz além de nos inspirar nos mostra o quanto precisamos do Eterno. Além disto, nos revela nossas limitações, o que impede a arrogância e falso sentimento de que somos melhores do que os "outros". Porém, quando a pratica da Torah não tem cavaná e é apenas mecânica, não atrai luz e então a pessoa se torna não só arrogante mas também carente de inspiração.

Então, tando a porta aberta pelo Mashiach como a própria Torah tem como foco principal AMARMOS O ETERNO DE TODO O NOSSO CORAÇÃO, COM TODA A NOSSA ALMA E COM TODAS AS NOSSAS FORÇAS.

Só assim poderemos viver de forma plena e ajudar outras pessoas da mesma forma que precisamos de ajuda. Amar o próximo como a si mesmo, só é possível quando amamos o Eterno primeiro, mas do que a nós mesmos.


Marcos Andrade Abrão


terça-feira, 8 de julho de 2014

Bilan (Balaão), um profeta nas nações!

NÃO É POSSÍVEL AMAR O D'US DE ISRAEL E DESPREZAR OU ODIAR A NAÇÃO DE ISRAEL.

COMO ALGUÉM PODE AMAR A D'US E DESPREZAR O SEU POVO E A SUA LEI?

Bilan tinha a presença do Eterno, sabia o nome do Eterno e se comunicava com Ele. Uma pequena parte das bênçãos que ele pronunciou para o povo judeu é lida em todas as sinagogas. 

Qual foi o problema de Bilan? Poder e ambição financeira eram sua fraqueza, as quais ele não conseguiu resistir. Mas, existia algo que era a raiz do problema, na verdade eram duas coisas. Ele era parente de Lavan (Labão), o sogro de Yaakov (Jacob), e mantinha uma concepção sobre Yaakov e o povo judeu muito negativa. Além disto, vivia uma fé conhecida hoje em dia como: "o tempo da graça", ou seja, sem Torah, sem o referencial da Lei. Simples de concluir, Bilan tinha um ódio velado, que refletia um olhar muito negativo e crítico no que diz respeito ao povo judeu, a nação de Israel, e alimentava este antissemitismo no seu coração. Além disto buscou um relacionamento com o Eterno sem procurar saber acerca da Torah e sobretudo de como praticá-la, não fazendo das leis o referencial e a maneira de conduzir a sua vida.

Em certo momento, Balak disse a ele que se ele não podia amaldiçoar, pelo menos não abençoasse Israel. Tudo isto nos leva a uma reflexão. Quem de fato está em um processo genuíno de restauração, aos moldes de Isaías 2:2,3, precisa entender que para sair da Babilônia, tirá-la de dentro e se afastar-se dela definitivamente são precisos alguns critérios fundamentais. Lembrando que a falha em um destes critérios pode deixar a pessoa de novo vulnerável à sedução de Babel. Os critérios são: Crer na Unidade do Eterno (e não na invenção da trindade), observar as Leis e aplicá-las dentro dos requisitos esperados para o Judeu e para o Bnei Noach. Não considerar as festas pagãs cristianizadas como dizem, como festas religiosas e de preferência não participar delas. Considerar o Mashiach Ieshua como o primeiro a ser criado e entender que ele também é servo do Eterno, embora seja o maior instrumento de salvação usado pelo Eterno, porém que só o Eterno é D'us. Respeitar o povo judeu como depositário das revelações e como o povo de D'us, o qual foi designado a ensinar a Torah e a Palavra de D'us (Isaías 2:2,3). E não esquecer de amar e defender a nação de Israel, pois é a nação sacerdotal estabelecida pelo Eterno, e nenhum homem, doutrina ou opinião por mais arrogante que seja, não pode mudar esta realidade.

Nada, nem ninguém jamais substituirá Israel, como povo de D'us e depositário das revelações Divinas (Deuteronômio 29:29). Se você de fato ama ao Eterno, ame também o Seu povo e a Sua Lei, a Torah. E entenda que o Mashiach Ieshua veio para aqueles da Casa de Israel (10 tribos do Norte) que se misturaram com as nações e estavam sendo destruídos. Juntamente com eles, trará uma colheita das nações que como Ruth dirão: "O teu povo será o meu povo e o teu D'us o meu D'us (...)".

Mais sobre isto na Parashá Balak (2014) que será postada esta semana.

Marcos Andrade Abrão.


quarta-feira, 2 de julho de 2014

O Eterno não abandona Seu povo e sempre faz prevalecer contra todos os seus inimigos

Desde que ISRAEL se tornou uma nação escolhida pelo ETERNO, o ódio se apoderou dos corações daqueles que estão desconectados e rebeldes aos caminhos do Eterno. Em nome da religião, da política, da economia ou de qualquer outra desculpa, os antissemitas agem, falam, mas no final sempre se calam, pois o Eterno não abandona SEU POVO e sempre faz prevalecer contra todos os seus inimigos.




Vejam a repercussão internacional pela morte de Gilad, Naftali e Eyal, os estudantes israelenses. Pelas frases, vocês entenderão que a paz não existe, mas não é por causa de Israel, mas daqueles que odeiam o povo judeu de forma doentia. A imprensa tem a tendência de inverter as coisas e colocar Israel sempre como vilão, uma lástima, que devemos nos opor e divulgar o lado de Israel para que não aumente o espírito antissemita.

Repercussão internacional:

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, discursou nesta terça-feira (1.6.14) no enterro dos três jovens adolescentes sequestrados na Cisjordânia e encontrado mortos ontem. "Um abismo moral nos separa dos nossos inimigos", disse Netanyahu. "Eles celebram a morte. Nós, a vida. Eles glorificam a crueldade, e nós, a piedade", afirmou, referindo-se ao Hamas, apontado por Israel como o autor do sequestro e da morte dos jovens israelenses.
Khaled Meshal, líder do Hamas, comemorou: “Se for confirmado que uma facção palestina é responsável pela ação, devemos aplaudir e tirar o chapéu para ela. Ficaria orgulhoso se os autores fossem membros do Hamas”.

Barack Obama, presidente dos EUA, condenou: "nos termos mais firmes possíveis esse ato de terrorismo insensato cometido contra jovens inocentes".

François Hollande, presidente francês, condenou energicamente "o covarde assassinato" dos jovens, enquanto David Cameron, primeiro-ministro britânico, considerou o episódio "um ato terrorista indesculpável". Já a chanceler alemã, Angela Merkel, afirmou estar "chocada" com "um ato detestável".


Fonte: Alef News e Jornal do Brasil (ANSA).

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Moshe e Corach

Um serve no Tabernáculo do Eterno e ou outro no seu "próprio" Tabernáculo.


A grande diferença entre Moisés e Corach é que Moisés serve no Tabernáculo do Eterno e Corach tem o seu próprio Tabernáculo. Em Números 16:23-20 o Eterno ordena a Moisés para instruir o povo a retirar-se do Tabernáculo (Mishcan - no original hebraico embora seja traduzido como 'Tenda' ou 'Habitação' em algumas bíblias) de Côrach, Dantan e Aviram e para não tocarem nada deles a fim de não serem castigados junto com eles.

Existe uma grande diferença entre servir ao Eterno, na obra do Eterno, do que usar a obra do Eterno para um benefício puramente pessoal. Muitas pessoas estão acostumadas a serem supervisionadas pelos líderes, que instruem os membros acerca de vários aspectos. Porém, através desta lição de Côrach, os membros devem e tem o direito de supervisionarem seus líderes também, para verificarem se estão agindo de forma correta, especialmente na maneira que lidam com as doações recebidas. No final da Parashá, o Eterno determina que as ofertas e dízimos sejam direcionados aos sacerdotes e levitas, porém que a herança deles é o Eterno. 

Maimônides diz que todas as pessoas que se dedicam exclusivamente para a obra do Eterno poderiam também receber os dízimos e ofertas. Porém, o que fica claro no texto, é que aqueles que vivem para servirem exclusivamente ao Eterno, e recebem as oferta e dízimos, jamais deveriam enriquecer e muito menos ostentar um padrão de vida demasiadamente alto. Aquele que serve ao Eterno e vive do sustento da obra deve ter uma vida digna, mas sem ostentações e jamais ambicionar as riquezas. Se quiser ficar rico, então trabalhe de maneira secular e não com o dinheiro dos outros, que doam para a obra do Eterno e não para enriquecer os "servos" do Eterno. Sendo assim, a pessoa que faz uma doação para uma instituição religiosa ou ajuda alguém, deve se certificar de que está ajudando uma organização idônea que usa de forma correta as doações recebidas. E que todos os servos de D'us se contentem com um padrão de vida digno, mas sem ostentações, como é esperado de todos que de fato tem um nível espiritual elevado.

Marcos Andrade Abrão.



Eleve-se para enxergar as coisas da maneira correta!

Na parashá Shelach Lechá, entre outras coisas, vemos os 10 espias trazendo notícias ruins da terra que o Eterno havia prometido ao nosso povo. Dizem os rabinos que o primeiro erro foi desejarem ver o presente que o Eterno estava prometendo antes do tempo, o que já apontava para uma certa desconfiança. O segundo erro foi o tipo de visão que eles tiveram da terra.

Como duas pessoas podem ver uma mesma cena e enxergarem de maneira completamente oposta? Iehoshua (Josué) e Calev viram em uma ótica completamente diferente dos outros 10 espias. O segredo está em uma palavra do próprio texto que diz para SUBIR à terra. Segundo alguns sábios o significado de subir não era apenas literal, mas sobretudo espiritual. Era preciso se elevar espiritualmente para ver a terra que havia sido prometida ao nosso povo pelo Eterno.

Aos olhos carnais a terra era maravilhosa, PORÉM, segundo uma visão carnal, era impossível de ser conquistada, porque nela habitavam gigantes. Para uma visão com olhos espirituais não existe este PORÉM, pois a terra é maravilhosa e após a conquista, ao invés de gigantes idólatras, a terra será preenchida de GIGANTES ESPIRITUAIS, que estudarão e praticarão a Torah do Eterno. Os gigantes para uma mente carnal eram obstáculos intransponíveis, mas, para uma mente elevada, eram um sinal de que o povo de Israel seria como gigantes espirituais naquela terra.

Às vezes as pessoas dizem que precisam mudar de vida pois tudo parece como um beco sem saída. Porém, a saída é mudar a MANEIRA DE VER E DE VIVER. Eleve-se para enxergar o que você está passando neste momento, e é provável que descubra que tem muitos aspectos no cenário que você não está enxergando muito bem, mas que podem impulsionar você a mudar a maneira de viver.

Lembre-se acima de tudo que a vida é uma oportunidade DE OURO para você se aproximar do Eterno e ser útil neste mundo, e que isto precisa ocorrer enquanto você estiver neste corpo perecível que não estará aqui para sempre. O medo, a depressão ou qualquer outro sentimento que paralise a sua vida precisam ser colocados de lado, a fim de aproveitarmos esta grande oportunidade. Muitos nasceram e morreram e outros estão nascendo e também morrerão, mas agora é a nossa vez, a fase da história da humanidade onde estamos atuando, fazendo parte ativamente desta história, então ACORDE E VIVA, SAIA DA TRINCHEIRA E AVANCE, MAS COM UMA VISÃO ELEVADA, QUE PROCEDE DA IMERSÃO NO PROPÓSITO DIVINO, RENUNCIANDO A CADA DIA A SI MESMO E APRENDENDO A VIVER SEGUNDO A VONTADE DO ETERNO.




Texto de Marcos Andrade Abrão.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Não existem pontes entre o errado e o certo - O que é quase certo é errado.

NÃO EXISTEM PONTES ENTRE O ERRADO E O CERTO E O QUE É QUASE CERTO É ERRADO. A VERDADE É PARA AQUELES QUE COLOCAM O REINO DE D'US EM PRIMEIRO LUGAR.

Alguns dizem que usar o nome Ieshua ou Jesus é mesma coisa. Outros tentam conciliar cristianismo com judaísmo e outros dizem acreditar no D'us da Bíblia, mas rejeitam os Seus princípios, as Suas leis. Isto está certo? Não, não está certo, e todas estas atitudes acima citadas criam pseudo verdades que levam muitos ao engano.

Leia com atenção o texto abaixo e medite nisto.

NÃO EXISTEM PONTES ENTRE O ERRADO E O CERTO E O QUE É QUASE CERTO É ERRADO.

Não existem pontes entre o Cristianismo e o Judaísmo, pois o Cristianismo foi inventado por Constantino e o Judaísmo foi estabelecido pelo Eterno.

Não existe ponte entre trindade e unidade, pois estamos falando de dois deuses, o deus da trindade que é incompatível com o ensinamento bíblico e o D'us de Israel que é UNO, INDIVISÍVEL E INCORPÓREO.

Não existe ponte entre o messias romano e Ieshua. O messias romano é parte de uma trindade e veio para acabar com a Torah. Ieshua foi criado pelo Eterno e disse que nenhum Yod ou mesmo um traço de uma letra hebraica, nenhum deles, jamais seriam tirados da Torah. A garantia que ele deu foi a existência dos céus e da terra, ou seja, a eternidade. Se você tem a visão da unidade use o nome Ieshua, pois não tem como misturar os nomes, pois são duas pessoas completamente diferentes.

Não existem pontes entre uma pseudo verdade e a verdade, pois embora sejam parecidas, a primeira existe para beneficiar alguém, e a segunda para agradar o Eterno.

Não existem pontes entre o que serve a si mesmo e o que serve ao Eterno, pois o primeiro busca em primeiro lugar o seu reino e o segundo o Reino dos Céus.

O ETERNO É UM, INDIVISÍVEL E INCORPÓREO E O ÚNICO D'US. O JUDAÍSMO É A ÚNICA RELIGIÃO ESTABELECIDA PELO ETERNO. IESHUA CUMPRIU A PRIMEIRA VINDA DE MASHIACH BEN YOSSEF, A TORAH É O ÚNICO PADRÃO DE JUSTIÇA ESTABELECIDO PELO ETERNO. E A VERDADE É PARA OS QUE A AMAM DE TODO CORAÇÃO E PARA OS QUE COLOCAM O REINO DE D'US EM PRIMEIRO LUGAR.

Marcos Andrade Abrão.

terça-feira, 10 de junho de 2014

Os cinco níveis da alma!

Na parashá do último shabat (Behaalotechá) tivemos um estudo sobre os 5 níveis da alma. Desde o nível mais elevado do qual se diz que estamos em unidade com o Eterno (Iechidá) até o mais inferior, o Nefesh, onde a mente humana se ilude de tal forma, que a pessoa neste nível se acha auto-suficiente e separado de tudo e de todos.

O primeiro passo ocorre através da Teshuvá, da conversão e retorno ao Eterno. Após isto, alcançamos o nível de Ruach, onde temos acesso e contato com o espírito do Eterno, que passa a agir, interagir e instruir nossa vida. É neste nível que adquirimos alguns dons espirituais, mas é bom sempre lembrar que são emprestados a fim de que possamos cumprir aquilo que o Eterno nos pede. Neste estado não podemos simplesmente viver de sensações espirituais, o que acontece com muitos, mas acima de tudo estudar e colocar a Torah em prática, pois este é o segredo para chegarmos ao terceiro estado.

O Terceiro nível é a Neshamá, e nesta fase ocorre uma mudança de percepção da vida e de nós mesmos. Já vislumbramos que não somos apenas um pedaço de um recipiente isolado da fonte de onde saímos. Neste nível aumenta muito o nível de inspiração interior. Porém é preciso lembrar que alcançar um nível da alma não significa a invulnerabilidade aos níveis inferiores. Embora uma pessoa alcance o nível de Neshamá, e pelo fato de ter mais luz enxerga tudo de uma forma mais clara e inspirada, ainda tem o Nefesh e obviamente continua habitando em um corpo físico.

Diariamente é como se oscilássemos entre estes três níveis, e o nosso estado espirital se definiria pela predominância de um dos níveis no nosso dia a dia. Nesta dinâmica de crescimento não podemos deixar de lado o Shabat, que é um dos preceitos que mais promove o nível de Neshamá. Quanto aos outros níveis, não podemos alcançar com um corpo físico, mas vislumbrar através do nível da Neshamá. No nível mais elevado, Iechidá, podemos cumprir plenamente o preceito de amar ao Eterno de toda a nossa alma, de todo o nosso coração e com todos os recursos disponíveis no nosso ser (O Mashiach está neste nível). E no segundo nível mais elevado, Chaiá, podemos cumprir plenamente o mandamento de amar o próximo como a nós mesmos. NA PARASHÁ BEHAALOTECHÁ este assunto é tratado com muita profundidade e estará acessível a todos em breve!

Marcos Andrade Abrão.